Ajudar alguém, faz mais bem para que ajuda do que para quem é ajudado!
Gente linda
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Gente linda...
Fiquei pensando um pouco nesse título e comecei a refletir sobre a beleza que existe nas pessoas que fazem a difrença de forma positiva e que, entre tanta desordem e bagunça que existe no mundo, têm um gesto ou uma palavra de amor para ofertar, para transformar!
Essas são as pessoas que fazem a diferença, que deixam um pouco de si por onde passam... deixam saudade... deixam beleza... deixam exemplos!
Estão espalhadas e escondidas por ai...
temos que cultivá-las!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Amigos
Amigos são únicos
Não existem maneiras de substituí-los
Em nossa vida cada um tem o seu jeito, o seu espaço
Esquecer um amigo de verdade é impossível
Pode até estar distante, mas assim como o vento, ele vem à nossa memória
O seu olhar, sua maneira de falar, o jeito de vestir e de se expressar...
Essas lembranças são tão vivas que chegam invadindo o pensamento, o sentimento, a batida do coração...
Rimos sozinhos ao lembrar de alguns momentos
Dá aquela vontade de ligar só para ouvir novamente a voz e falar que lembrou de certo "dia" e bateu uma saudade!
Amigos quando são de verdade, não se vão.
(isso é fato!)
(isso é fato!)
Não deixam de ser amigos por situações que a vida apresenta
Os verdadeiros permanecem, cada um da sua maneira
Sempre estão ali quando precisar
Mesmo que longe querem o nosso bem
Torcendo e incentivando a seguir, a levantar e ser feliz!
A nossa felicidade é motivo de felicidade para eles também!
É tão gostoso contar uma notícia e saber que vai receber atenção, um abraço de alegria ou de consolo!
Amigos são pedaços da gente espalhados por aí...
Meus amigos, um abraço forte em vocês!
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Angélica e o dia em que consegui andar de bicicleta...
Eu tinha 06 anos e minha prima Angélica, 07 anos mais velha do que eu, ia para minha casa nos finais de semana e um dia me disse: “Vou te ensinar a andar de bicicleta”, pegava a bicicleta da minha irmã (que não tinha as rodinhas de apoio) e íamos para a rua.
Eu sentia confiança na sua palavra e determinação, ela prometia que não ia me soltar e que eu não cairia, mas toda vez quando ela percebia que eu estava equilibrando ela soltava a bicicleta e eu caía.
Ia chorando para casa dizendo que não iria mais querer andar de bicicleta.
No próximo final de semana lá estava ela, me chamando novamente para me ensinar.
Até que um dia enquanto estávamos pegando velocidade, ela me acompanhava correndo e segurando no banco de trás, uma amiga da rua que estava metros a frente de nós a chama para lhe falar algo e ela vai correndo ao seu encontdo me soltando e passando pela minha frente, eu desesperada pedalando, fiquei com medo de andar sozinha na bicicleta, peguei mais velocidade e tentei alcançá-la para lhe falar que ela não podia me deixar sozinha.
Quando ela olha para trás diz: “Bianca, você está andando sozinha!”
Eu caí na realidade e cai no chão.
Eu caí na realidade e cai no chão.
Fui chorando para casa, triste pela dor do ralado no joelho, mas feliz por saber que eu consegui andar poucos metros sozinha.
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